Auto Resgate em Espeleologia


Todos deveríamos saber retirar da corda um companheiro em dificuldades, neste vídeo estão explicados dois métodos, todos temos que treinar e esperar que nunca seja necessário realiza-los.
Boas explorações.

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~ por Membro suspenso em 1 / 04 / 2008.

4 Respostas to “Auto Resgate em Espeleologia”

  1. sou tecnico de resgate em portugal em grande angulo e dou os meus parabens pela manobra impecavel. meu contacto – abraços. gostei mesmo

  2. Caro Fernando, muito obrigado pela sua visita ao nosso blogue, volte sempre.
    Cumprimentos.

  3. Sou técnico de Resgate profissional, estou ligado ás técnicas de espeleologia à 37 anos em Portugal , e pensei que estas técnicas de auto resgate tivessem mais desenvolvidas mais por esses lados , á 30 anos a traz fazia esse tipo de manobra , e durante muitos anos não pensamos no síndroma do arnês , por isso muitos técnicos ainda aplicam técnicas que no meu ponto de vista já nada dizem ao resgate , mas pronto noto que 30 anos depois ainda se comente o mesmo problema .
    Colega as duas manobras estão correctamente aplicados , mas em resgate real quando a vitima está mal independentemente das causas ou problemas de saúde as técnicas de auto socorro já muito evoluíram, usado na mesma o mesmo material dos técnicos que estão no cabo (corda) evoluíram para mais simples menos contacto com a vitima , mais rápido , e mais seguro , para não falar muito mais belo a manobras .
    Sou formador e Monitor de Salvamento em Grande Ângulo e posso dizer que em seguramente que em Portugal em 1000 técnicos de SGA 1 usou um cinto de Espeleologia .
    Mas colega quero aqui deixar os meus parabéns pelo trabalho e pela dedicação e um grande abraço espeleológico
    Moreira

  4. Caro Fernando Moreira

    Antes de mais quero agradecer a sua passagem pelo nosso blogue.
    As técnicas aqui apresentadas, são somente dois exemplos das varias que existem,no chamado auto-resgate, ou seja qualquer espeleólogo deveria de pelo menos conhecer e saber aplicar uma das varias técnicas, utilizando para isso somente o equipamento normalmente usado em exploração. Todos sabemos se acontecer algo a um companheiro, os primeiros que o podem socorrer, são os próprios companheiros de exploração. O outro problema é não existir ,como por exemplo nos nossos vizinhos Espanhóis, um Espeleo-Socorro, que como deve saber é bastante mais complexo, e no meu entender deve ser feito por espeleólogos, pois o ambiente em gruta é demasiado hostil e especifico para grandes aventuras. Em 60 Anos de Espeleologia organizada em Portugal, ainda não se consegui ter realmente constituida uma equipa de espeleo-socorro em Portugal, seja ela profissional, semi-profissional ou voluntária. Isto espelha o País que somos, e como os espeleólogos são uma muito pequena minoria, somos esquecidos…também com muitas culpas nos próprios espeleólogos. Que apesar de poucos continuam divididos em “quintais”, “tribos” e “egos”.
    Muito obrigado pela sua visita e um abraço espeleológico.
    Pedro Robalo

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