O Leopardo, Panthera pardus (L. 1758), do Algar da Manga Larga

•20 / 05 / 2009 • Deixe um Comentário

AESDA_headerExmos. Srs.

A A.E.S.D.A. tem o prazer de convidar V.exas para assistirem à
palestra sobre o exemplar fóssil Panthera pardus (L. 1758) do algar da
Manga Larga, que será depositado no museu geológico – INETI e
disponível ao público.

A mesma irá decorrer amanhã, pelas 17horas nas instalações do Museu
Geológico. (21/05/2009)

Museu Geológico
Rua Academia das Ciências, Nº 19 – 2º. 1200-003 Lisboa
Tel: 21 346 39 15 • Fax: 21 342 46 09
email: museugeol@ineti.pt
Mapa de Localização » http://e-geo.ineti.pt/MuseuGeologico/museu/mapa.htm

Algar da Manga Larga 2002 - Foto P.Robalo

Algar da Manga Larga 2002 - Foto P.Robalo

Titulo
O Leopardo, Panthera pardus (L. 1758), do Algar da Manga Larga
(Planalto de Santo António, Porto de Mós).

Autores: Frederico Tátá Regala* & João Luís Cardoso**

* Associação de Estudos Subterrâneos e Defesa do Ambiente – Torres Vedras
** Prof. Associado com Agregação da Universidade Aberta (Lisboa)

Resumo:

No presente trabalho estuda-se os restos de um exemplar de Leopardo,
Panthera pardus identificados no decurso de um reconhecimento
espeleológico efectuado no Algar da Manga Larga, Planalto de Santo
António, Porto de Mós, sobre a égide da A.E.S.D.A..

A partir do estudo biométrico das peças recuperadas estabelecem-se
diversas comparações com homólogos do Plistocénico europeu, o que
permitiu evidenciar, no exemplar português, algumas características
particulares, especialmente da região craniana.

A terminar discute-se as causas que determinaram a presença destes
restos numa região tão profunda da cavidade, onde ocupavam área
restrita.

A comunicação será apresentada por ambos os designatários em PowerPoint.

Aguardando a Vossa presença,
atentamente,

Rui F. Luís
AESDA
Associação de Estudos Subterrâneos e Defesa do Ambiente
www.aesda.pt
Fonte: espeleo_pt

Pílula de gruta

•16 / 05 / 2009 • 1 Comentário

Foi lançado no mercado a solução dos fanáticos das grutas que sofrem dos sintomas da síndrome de abstinência de grutas. Estão portanto criadas as condições para os espeleólogos começarem a puder conviver saudavelmente e sem stress, mesmo sem estarem em gruta.
Já tomou a sua dose hoje?

Pílula de Gruta

O Post esquecido – Actividade multiassociadas em São Bento

•10 / 05 / 2009 • Deixe um Comentário
Algar Alecrineiros Norte

Algar Alecrineiros Norte

Apesar de anterior à criação oficial do Grupo de São Bento, foi esta a primeira actividade já imbuída do espírito deste grupo.  Esta actividade nasceu durante as Jornadas Científicas de Maio de 2008 e foi levada a cabo durante os dias 17 e 18 de Junho de 2008. Durante esta actividade realizaram-se uma série de trabalhos espeleológicos que resumimos de seguida:

- Conclusão da exploração do algar encontrado nas comemorações do 30º aniversário da AES e topografia da cavidade.

- Início dos trabalhos de desobstrução no Alecrineiros Norte.

- Remoção do bloco situado por cima do poço final do Chou Jorge. Este bloco, em equilíbrio precário, ameaçava há largos anos os espeleólogos mais incautos que se atrevessem a descer este poço.

- Topografia do poço terminal do Chou Jorge.

Os dois dias de actividade foram entremeados com um grande jantar e recheados  por um espírito de companheirismo que se estendeu ao longo de todo o fim de semana.  Este fim de semana foi uma prova do que se pode conseguir quando companheiros de uma mão cheia de diferentes associações trabalham em conjunto.

A actividade contou com os seguintes participantes: Paulo Rodrigues (NALGA/AES), Álvaro Jalles (AES), João Moutinho (Alto Relevo), Luís Meira (ECTV/AESDA), Margarida Jalles (AES), Beatriz Silva (Alto Relevo), Paulo Almeida (NALGA/AES), Mário Matos (AES), Ana Marta Calambra (AES), Raquel (Alto Relevo),  Capoa (ECTV), José Silva (Alto Relevo).

Espero ter-me lembrado de todos.

Ficam algumas fotos das cavidades visitadas.

Algar Chou Jorge - de notar, ao fundo, a camada de argila verde.

Algar Chou Jorge - de notar, ao fundo, a camada de argila verde.

Poço de acesso ao lago

Chou Jorge - Poço de acesso ao lago

O lago. Aqui estava seco, na altura da visita estava com bastante água.

O lago. Aqui estava seco, na altura da visita estava com bastante água.

O famoso corrimão. Como o lado estava cheio de água tivemos de o usar, porém este foi reforçado por um corrimão em corda e evitou-se durante a equipagem, o mais possível, utilizar o antigo corrimão.

O famoso corrimão. Como o lago estava cheio de água tivemos de usar o corrimão, porém este foi reforçado por um corrimão em corda e evitou-se durante a equipagem, o mais possível, utilizar o antigo corrimão.

Outro aspecto do corrimão. agora um pouco mais arrepiante

Outro aspecto do corrimão. agora um pouco mais arrepiante.

O bloco instável, à boca do poço terminal (antes de ser removido).

O bloco instável, à boca do poço terminal (antes de ser removido).

E fica mais um bocadinho da gruta

E fica mais um bocadinho da gruta.

Monitorização de inverno 2009 – Gruta do Urso e outras

•5 / 05 / 2009 • 2 Comentários
Os belos dos morcegos-Miniopterus schreibersii (Morcego-de-peluche)

Os belos dos morcegos-Miniopterus schreibersii (Morcego-de-peluche)

Pois foi, chegados ao final do mês de Janeiro, meados de Fevereiro, torna a cumprir o Plano Nacional de Monitorização de Morcegos Cavernícolas. Sendo assim lá fomos à procura destes seres alados.

O programa de monitorização de morcegos é realizado com a indispensável ajuda de associações de espeleologia de todo o país, em colaboração com o ICNB- Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade, estando a organização a cabo do Grupo Temático dos Quirópteros da Comissão Científica da FPE, como sucede desde o ano transacto.

Depósitos de areia no interior da gruta.

Depósitos de areia no interior da gruta.

Desta feita, divulgamos aqui, algumas das monitorizações realizadas este ano.

Ainda em Janeiro, mais exactamente a 24 de Janeiro no Algar dos Picos por:

Pedro Alves (GPS). Rita Lemos (GPS). ) Sílvia Durão (NEALC), Paulo Rodrigues (NALGA/AES)

a 25 do mesmo mês nos Algares da Lajoeira e Laçarote: com a Equipa:

Pedro Alves (GPS). Rita Lemos (GPS) Paulo Rodrigues (NALGA/AES), contámos também com a ajuda de Júlia Silva (AES) e Edmundo Vences (AES).

De notar a estratificação no depósito e os níveis de calhaus

De notar a estratificação no depósito e os níveis de calhaus

Com o tardar já não tivemos tempo de nesse dia (25) ir à Gruta do Urso, ficando a visita para outra  altura. Foi assim que no dia 15 de Fevereiro voltámos à carga. A equipa foi nesse dia constituída por:

Pedro Alves (GPS), Rita Lemos (GPS) , Sérgio Medeiros (GPS), Álvaro Jalles (AES), Margarida Jalles (AES) e Paulo Rodrigues (NALGA/AES).

A monitorização correu de modo muito satisfatório e acabou com um belo de um petisco em Casal de Vale Ventos.

Deixamos aqui algumas fotos da cavidade, cortesia da Rita Lemos, que agraciou a visita com a sua bela presença. Uma palavra de apreço ao GPS (e em especial ao Pedro Alves) que a par da AES e de outra tantas associações contribui para o sucesso desta campanha de monitorização.

Ossadas (Serão de um urso?)

Ossadas (Serão de um urso?)

Outra ossada, também já coberta com carbonato de cálcio

Outra ossada, também já coberta com carbonato de cálcio

E para acabar mais outro morcego-Rhinolophus ferrumequinum (Morcego-de-ferradura-grande)

E para acabar mais outro morcego-Rhinolophus ferrumequinum (Morcego-de-ferradura-grande)

Regresso a S.Bento – Alecrineiros Sul e Pena Traseira II – O GESB faz novas descobertas

•28 / 04 / 2009 • Deixe um Comentário

Já tardava o regresso a São Bento, o corpo ainda recordado da “tareia” de Dezembro último lá protestou, mas conseguiu-se com um esforço, quase de última hora, arranjar duas equipas para trabalhar em São Bento. Desta feita a actividade foi realizada em dois algares o Alecrineiros Sul e o Pena Traseira II.

Pena Traseira II: Avançou-se na desobstrução, iniciada em Novembro,  o obstáculo inicial foi ultrapassado tendo-se agora acesso a uma passagem “horizontal” onde há que fazer desobstrução para ter acesso a um possível poço. A posição de trabalho nesta nova desobstrução é bastante incómoda.
Equipa: Paulo Campos (Alto Relevo), Diana Campos (Alto Relevo), Gonçalo (Alto Relevo) e André (CEAE).
Podem encontrar, em baixo, algumas imagens dos trabalhos realizados, cortesia do Paulo Campos.
Alecrineiros Sul: Reconhecimento de poços . Foram reconhecidas 3 zonas na gruta. Encontrou-se um buraco com uma forte corrente de ar, a cerca de 30m de profundidade, uma rápida desobstrução permitiu aceder a uma passagem horizontal que dá acesso a um poço, é preciso ainda desobstruir para chegar ao poço, mas a tarefa parede simples, trata-se sobretudo de partir bicos de rocha. Um segundo poço, bastante apertado diga-se, não apresentou grandes possibilidades de continuação.  Um outro poço que termina aos 160m de profundidade tem o fundo coberto por um caos de blocos e talvez se consiga por ai ter acesso a outros poços. O trabalho de desobstrução aí será já mais longo e complexo.
Equipa: Paulo Rodrigues (NALGA/AES), Ricardo (Alto Relevo) e Hélio (?).
Olha que agradável

Olha que agradável

Como aqui ninguém levou máquina fotográfica tivemos que incluir uma  foto de outra visita. para compensar é de um senhor entalanço.
Assim que possível voltaremos a São Bento e às grutas desta bela zona.

IV Simposio Internacional sobre el Karst (Málaga, 2010)

•25 / 04 / 2009 • Deixe um Comentário

sika2010El karst es un medio que, tradicionalmente, ha sido objeto de investigación
hidrogeológica, por la abundancia de recursos hídricos que almacena.
En muchos casos, el karst es el resultado de la evolución climática e hidrológica
de áreas carbonatadas durante los últimos períodos de la historia
geológica y, en este sentido, el karst contiene información fundamental para
conocer los cambios ambientales recientes. La acción del agua ha generado
una gran diversidad de rasgos kársticos que forman parte del patrimonio
natural y, en ocasiones, constituyen un objetivo turístico de gran importancia.
A menudo, el karst sirve como tierra de cultivo o como sustrato de otras
actividades antrópicas. Pero el karst es un medio muy frágil y el aprovechamiento
de sus recursos o el uso inadecuado del suelo genera problemas
ambientales (contaminación de aguas, colapsos, inundaciones, cambios en
el medio ambiente subterráneo, etc.)
Los afloramientos kársticos cubren aproximadamente la octava parte de la
superficie terrestre y, desde tiempo inmemorial, son objeto de estudio.
Resultados de dichas investigaciones han sido presentados y discutidos en
numerosos congresos y reuniones científicas, especialmente durante la
segunda mitad del siglo XX. A punto de cumplir una década del siglo XXI
parece un buen momento para reflexionar sobre los logros alcanzados en
los últimos tiempos y plantear algunas de las líneas de investigación a desarrollar
en el futuro próximo. Esto es lo que se pretende con este IV
Simposio Internacional sobre Karst (SIKA-2010) organizado por el Centro de
Hidrogeología de la Universidad de Málaga y el Instituto Geológico y Minero
de España, en el marco de la Unidad Asociada “Estudios Hidrogeológicos
Avanzados” existente entre ambos.

Mais informações: CEHIUMA

FOTOGRAFIA SUBTERRÂNEA

•23 / 04 / 2009 • Deixe um Comentário

Foto: Jabier Les

Dois eventos de fotografia subterrânea terão lugar em Portugal, neste fim de semana.

Sexta-feira às 21h30, incluído no ciclo de conferências “Descoberta das Profundezas”, a cargo do prestigiado fotógrafo espanhol Jabier Les – a conferência “Aplicaciones de diversas técnicas en la Fotografía Subterránea”.

Sábado, será a vez de um workshop de fotografia subterrânea.

“Jabier Les é fotógrafo profissional da Federação Internacional de Jornalistas. A sua experiência na fotografia subterrânea, levou-o a publicar numerosos trabalhos em revistas e livros de prestígio como National Geographic, Geográfica, Environmental Geology, Geomorphology y Geogaceta. Foi galardoado com mais de duas dezenas de prémios fotográficos estatais e internacionais. É autor de vários livros, Mogote (1998 y 1999), Revolución desde la espeleología (2000), Iniciación a la fotografía subterránea (2001), El karst de Pagasarri (2002), El karst en yesos de Sorbas (2003), La cueva de Balzola, del mito a la ciencia (2005) y Rapa Nui, la tierra de Hotu Matu’a (2007), la cueva de Mendukilo (2008), La fotografía Subterránea (2008). Lidera há vários anos expedições espeleológicas para diversas partes do mundo, com especial enfoque na Ilha de Páscua.”

Rapa Nui, Foto: Jabier Les

Mais informações: NEUA

Gralhas VII – Isto não há nada como uma clássica

•19 / 04 / 2009 • Deixe um Comentário
À procura da gruta

À procura da gruta

Desta feita o objectivo da actividade foi uma das mais conhecidas clássicas do Maciço Calcário Estremenho, o Gralhas VII. Trata-se de um algar que dá acesso a algumas galerias fósseis e conhecidas pelas sua beleza. Apesar de ser uma clássica esta gruta foi uma novidade para muitos dos participantes.

A visita incorporou apenas a descida do poço de entrada e a galeria onde fica a chamada sala dos cristais e que bela visita foi.Aproveitou-se para iniciar o levantamento geológico da cavidade.

Lá se encontrou o buraco

Lá se encontrou o buraco

A actividade foi realizada dia 8 de Abril.
A lista de participantes encontra-se de  seguida: Edmundo Vences (AES), Álvaro Jalles (AES), Júlia Silva (AES), Pedro Freitas (CEAE-LPN), Paulo Rodrigues (NALGA/AES) , Beatriz Silva (Alto Relevo), José Silva (Alto Relevo),Paulo Campos (Alto Relevo).

Ficam de seguida algumas fotos da actividade,  cortesia do Paulo Campos.

Ficou a vontade de voltar para ver o resto da gruta.

O primeiro poço

O primeiro poço

07-base-da-primeira-dose

O primeiro poço já cá canta

14-rastejar-mais

O caminho é por aqui.

O famoso laminador (é tão largo quanto parece)

O famoso laminador (é tão largo quanto parece)

17-brincar-na-lama

Afinal ainda se tinha que subir mais qualquer coisa

Os limpos e os enlameados. Um pouco antes todos eram enlameados.

Os limpos e os enlameados. Um pouco antes todos eram enlameados.

O autor das fotos

O autor das fotos

Regresso à gruta de Alvide – Outra (re)descoberta: a “sala dos lanches”

•13 / 04 / 2009 • 1 Comentário

pedroNo passado mês de Março regressei a Alvide, desta vez para acompanhar e colaborar em amostragens para uma tese doutoramento em fauna cavernícola de Portugal. Estas amostragens estão a ser efectuadas pela espeleóloga e bióloga do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro, Ana Sofia Reboleira.

Montagem de armadilhas entomológicas

Montagem de armadilhas entomológicas

Depois de equipados iniciámos a descida por volta das 19h00, a Sofia já conhecia a cavidade, mas depois da volta de reconhecimento que demos, ficou rapidamente a perceber que o que tinha visto anteriormente era só uma pequena parte do sistema, e ficou a sua frase “não subestimem Alvide”. Durante esta volta pelo 3º nível da gruta aproveitei para confirmar uma (re)descoberta que tinha feito no meio de uns “papiros” antigos que encontrei nos arquivos da AES.

Estação automática de registo de temperatura e humidade

Estação automática de registo de temperatura e humidade

Casualmente, estava a desfolhar uns papeis sobre a gruta de Colaride no Cacém quando descobri um croqui; cujo o autor ainda não consegui apurar, que tinha umas formas e um nome que me chamou a atenção “fenda do Brun”, só podia ser Alvide! Observei atentamente o croqui e tudo batia certo com a nossa topografia; até ficamos a saber os antigos nomes de muitas zonas da gruta; mas havia uma sala que não encaixava na topografia: a “sala dos lanches”. Com base neste croqui fui em busca desta sala, e chegado ao local observei atentamente a diaclase onde supostamente estaria o acesso e … lá estava, uma minúscula passagem rente ao chão que nos passou despercebida, um pequeno rastejamento e lá estava a “sala dos lanches”. Temos ali mais cerca de 20m de gruta, mas só depois de efectuarmos a respectiva topografia poderemos (finalmente…) saber exactamente as contas finais da espeleometria da gruta de Alvide.

A equipe logo após o regresso das profundezas

A equipe logo após o regresso das profundezas

Depois desta (re)descoberta a Sofia colocou as “Pitfall traps” para efeito de amostragem entomológica e eu deixei um “data logger” que vai registar temperatura e humidade para o estudo climatológico das grutas de Portugal continental (projecto-ECGPC), projecto que está a ser coordenado pelo Grupo de Espeleologia e Montanhismo (GEM).
Era já quase meia noite quando regressamos à superfície, Alvide continua a surpreender, será que a nível de biologia teremos alguma surpresa? Vamos aguardar os resultados. Fiquem atentos às noticias da maior gruta de Cascais.

Ciclo de conferências e exposição sobre o Ano Internacional do Planeta Terra

•2 / 04 / 2009 • Deixe um Comentário

aipt_expo2Exmo(a). Senhor(a)

A Fundação Cultursintra, o Comité Português do AIPT (UNESCO), a FPE-Federação Portuguesa de Espeleologia e a AES- Associação dos Espeleólogos de Sintra, convidam-no a assistir ao Ciclo de Conferências e à exposição sobre o Ano Internacional do Planeta Terra a realizar-se no próximo sábado dia 4 de Abril na Quinta da Regaleira em Sintra a partir das 14:30.
A Conferência (programa em anexo) conta com 3 sessões temáticas, uma sobre o “Património Geológico e Natural de Sintra”; uma segunda sobre “Estudos, Monitorização e Salvaguarda do Património Espeleológico Vivo e Mineral” e ainda uma terceira sobre o paradigma da Regaleira. Durante a noite poderá ainda acompanhar ma visita temática pelos Subterrâneos da Regaleira a cargo da Associação dos espeleólogos de Sintra.

A exposição manter-se-á até dia 19 de Abril.

Contamos com a sua presença, devem confirmar a vossa presença para gabriel.mendes@sapo.pt com a maior brevidade possível.

Informações podem se solicitadas através do 962924142

COMEMORAÇÕES DO AIPT
Organização: Fundação Cultursintra / Comité Português do
AIPT (UNESCO) / Federação Portuguesa de Espeleologia /Associação dos espeleólogos de Sintra

PROGRAMA
04 Abril – Exposição / Ciclo de Conferências

14:30 – Sessão de Abertura (Oficina das Artes)
Sr. Luís Patrício -Vereador da Cultura, Educação e
Turismo da C.M. Sintra / Vice – Presidente do C.A. da
Fundação Cultursintra
Embaixador Fernando Andresen Guimarães
Presidente da Comissão Nacional da UNESCO
Portugal
Eng. Manuel Freire – Presidente da Federação
Portuguesa de Espeleologia
Sr. Gabriel Mendes – Presidente da Associação dos
Espeleólogos de Sintra
14:50 – Visita guiada à Exposição do Ano Internacional do
Planeta Terra
15:30 – Assinatura de Protocolo: Fundação CulturSintra /
FPE / AES
Sr. Luís Patrício – Vereador da Cultura e Educação
da CMS / Vice Presidente do C.A. da Fundação
Cultursintra
Arq. João Cruz Alves – Adm. Delegado Fundação
Cultursintra
Eng. Manuel Freire – Presidente da Federação
Portuguesa de Espeleologia
Sr. Gabriel Mendes – Presidente da Associação de
Espeleólogos de Sintra
15:45 – Abertura do Ciclo de Conferências (Palácio da
Regaleira)
Moderador: Prof. Lúcio Cunha
1ª Sessão: Sobre o Património Geológico e Natural
de Sintra
Prof. Doutor Galopim de Carvalho: “À descoberta
da geologia de Sintra e dos dinossáurios que por
aqui andaram;
Prof.ª Doutora Mª Luísa Rodrigues (Associação
Portuguesa de Geoturismo): “Geoturismo-Lapiás
da Granja dos Serrões”;
Dra. Maria João Raposo (Directora do
Departamento de Cultura e Turismo da
Câmara Municipal de Sintra: “Apresentação
do Museu de História Natural de Sintra”;
Debate
17:00 – Pausa para café
17:20 – 2ª Sessão: Estudos, Monitorização e Salvaguarda
do Património Espeleológico Vivo e Mineral
Doutora Luísa Rodrigues (ICNB-UHE) /
Gabriel Mendes (CCient.FPE):“Criação do
Morcegário Laboratorial – Importância na
conservação dos morcegos”;
Dra. Sofia Reboleira (secretária da CECC/
FSE):“Comissão Europeia para a Conservação
de Cavidades – Breve apresentação”;
Prof. Doutor José Carlos Kullberg (FCTUNL):“
Gruta do Zambujal Sesimbra – Estudo de
impactos negativos naturais vs. acção do homem”;
Debate
18:30 – Pausa para café
19:00 – 3ª Sessão: O Paradigma da Regaleira
Arq. João Cruz Alves: A. A. Carvalho Monteiro,
Filósofo da Natureza – e o projecto ambiental da
Quinta da Regaleira
19:30 – Conclusões
20:00 – Jantar
21:00 – Cabo Espichel – Lançamento do Vídeo da LPN-CEAE
(Junto às Cavalariças do Palácio)
21:30 – Regaleira Subterrânea – Visita telúrica nocturna
ao património espeleológico da Quinta da
Regaleira
24:00 – Encerramento

Organização do evento
Fundação Cultursintra / Comité Português do AIPT
(UNESCO) / FPE-Federação Portuguesa de Espeleologia /
AES- Associação dos Espeleólogos de Sintra

Contributo de imagens da FPE, GEM, NECA , LPN e AES
aipt_apoios
Grafismo e composição: G.Mendes e Marta Borges