Algar das Eiras-Expedição 2009

•9 / 07 / 2009 • Deixe um comentário
Aspecto da entrada foto: NEALC

Aspecto da entrada foto: NEALC

Venho por este meio informar a toda a comunidade espeleológica de que o NEALC está em marcha com uma Campanha de Verão para o Maciço Calcário.

Esta expedição está marcada para dias 14-15-16 de Agosto, com o objectivo de alargamento de uma passagem a 140m de profundidade.
Apela-se a participação de todos, mesmo aqueles que não possam ir ao interior da cavidade, podem sempre ajudar a superfície ou simplesmente aparecer.

Será montado um acampamento subterrâneo e um acampamento Base. Vai haver telefone em ligação permanente com o acampamento subterrâneo e um gerador para realizar a desobstrução.

Poço inicial foto: NEALC

Poço inicial foto: NEALC

Como a cavidade não suporta mais que dois a trabalhar no local da desobstrução e pouco mais de 2 a 4 elementos entre a zona de acampamento e zona de alargamento, quem pretender ir ao local poderá faze-lo, mas a combinar no local.

Quem pretender acampar a superfície poderá o fazer, terá de arranjar a sua estadia (tenda, saco cama etc.) a alimentação do pessoal que está na cavidade em trabalho será a única a ser assegurada, todos os outros terão de assegurar a sua alimentação. Salvo se no local se disponibilizar para “trabalhar” na desobstrução ou através de confirmação para o NEALC de que pretende ir para a desobstrução, dando o dia ou os dias a participar.

Como já disse quem quiser aparecer apenas para dizer olá esta a vontade, enviarei os dados do local e um croqui da zona para ser fácil de localizar.

Saudações espeleológicas

Orlando António

Patrocionador oficial

Patrocionador oficial

Fonte: espeleo_pt
Apoio

Apoio

O regresso às desobstruções – Alecrineiros Sul

•3 / 07 / 2009 • 1 Comentário
Pequeno pormenor geológico - foto: P.Campos

Pequeno pormenor geológico - foto: P.Campos

O Algar Alecrineiros Sul continua a ser o alvo da mais recentes campanhas do GESB. Dia 09/06/2009 a AES, NALGA  e Alto Relevo voltaram á zona de S.Bento. Desta feita deram-se ínicio aos trabalhos de desobstrução na passagem encontrada durante a actividade de 11/04/2009.
A entrada do famoso algar - foto: P.Campos

A entrada do famoso algar - foto: P.Campos

A passagem encontra-se a cerca de 30m de profundidade. A desobstrução foi realizada com recurso a micro-explosivos e com a tradicional maceta. O reduzido espaço e posição de trabalho (deitada) não facilitam a tarefa. Apesar das dificuldades foi possível alargar em muito o diâmetro da passagem e estamos agora em posição de começar a desobstruir o que esperamos seja o obstáculo final antes do acesso a um novo poço.

Começo da descida - Foto P.Campos

Começo da descida - Foto P.Campos

A equipa foi composta por:

Paulo Campos (Alto Relevo)

Álvaro Jalles (AES)

Margarida Jalles (AES) – apoio à superfície.

Paulo Rodrigues (NALGA/AES)

Alargamento actual do buraco soprador foto: P.Campos

Alargamento actual do buraco soprador foto: P.Campos

Ficam de seguida algumas fotos  e filme, cortesia do Paulo Campos que se tornou o fotógrafo oficial.
Topografia foto: P.campos

Topografia foto: P.campos


A primavera em S.Bento foto: P.Campos

A primavera em S.Bento foto: P.Campos


Regresso do GESB ao trabalho de campo, Alecrineiros Sul e outros.

•23 / 06 / 2009 • 1 Comentário
Cabeçeira do P40 (-162m)

Cabeceira do P40 (-162m)

Não tenho tido muito tempo para dedicar ao blogue, enquanto escrevo estas linhas, já o GESB voltou de novo aos trabalhos espeleológicos.
Desta vez foi o GPS quem foi o motor desta saída do GESB. Voltamos a S. Bento no fim de semana do 1º de Maio e o campo base foi montado em Sto. António, numa simpática casa que nos foi indicada pelo nosso confrade Samuel da Costa.

1º Fraccionamento no P50, é por esta zona que se deixa de sentir a corrente de ar que acompanha a descida

1º Fraccionamento no P50, é por esta zona que se deixa de sentir a corrente de ar que acompanha a descida

Eram 10h00 quando se juntaram os primeiros expedicionários. Espeleo-café e rumamos a S.Bento. A equipa onde estive propunha-se a fazer a planta topográfica do Algar dos Alecrineiros Sul, iniciando este trabalho a partir do ponto mais profundo (-220m). O objectivo era ambicioso mas a equipa estava motivada. Como eu era o único elemento da equipa que já lá tinha estado, fiz as honras de anfitrião ao Sérgio Medeiros e Rita Lemos, que se estreavam no algar mais fundo de Portugal.
Iniciamos a descida à hora habitual do espeleólogo madrugador, 12h00.
Durante a descida fomos retocando algumas equipagens e trocando algum equipamento, a Rita não perdeu a oportunidade de fazer algumas fotos, que aqui publicamos.

2º Fraccionamento no majestoso P50 (-155m)

2º Fraccionamento no majestoso P50 (-155m)

Eram 16h00 quando iniciámos a nossa subida, enquanto subia o 1º elemento da equipa, eu ia desenhando e tomando dados para a planta topográfica. Foi uma longa e demorada subida, mas no final o resultado da expedição valera o esforço conjunto, temos neste momento já efectuado o levantamento topográfico desde os -220m até aos -40m, nesta zona ficou apenas por fazer a planta referente à base do P43.

A equipa espeleo

A equipa espeleo

Junto adicionamos as fotos do fotógrafo de serviço.
Era já noite cerrada, quando voltamos à superfície, e para solidariedade com outro confrade, fomos dar uma grande volta para encontrar o carro…vá-se lá saber porquê!
Seguiu-se um animado jantar no campo base com os restantes elementos da expedição, eles tinham regressado mais cedo e simpaticamente haviam preparado um manjar digno dos deuses.

Pormenor

Reciclagem e Iniciação

•23 / 05 / 2009 • Deixe um comentário
Preparação de equipamentos

Preparação de equipamentos

De vez em quando também à que reciclar, bem como iniciar alguns companheiros às técnicas de progressão vertical. Desta feita a actividade foi na Arrábida. Apesar dos formandos serem todos da AES, o NECA gentilmente emprestou as suas instalações para parte da formação. A parte prática da formação  foi dada na Lapa do Forte do Cavalo na Serra das Baterias.  Esperamos em breve completar a iniciação e reciclagem destes membros da AES, sempre sob supervisão e com condições de segurança.

A lista de participantes encontra-se de seguida:
Álvaro Jalles (AES), Margarida Jalles (AES), Paulo Rodrigues (NALGA/AES), Rui (AES),  Sara Perez, Nuno Fernandes (AES), Alexis Varnier (NALGA), Carlos Melo (AES).

Ficam de seguida algumas fotos.

Um dos iniciados em acção

Um dos iniciados em acção

Preparação de equipamentos

Preparação de equipamentos

Equipagem do circuito

Equipagem do circuito

Outro iniciado em acção

Outro iniciado em acção

O Leopardo, Panthera pardus (L. 1758), do Algar da Manga Larga

•20 / 05 / 2009 • Deixe um comentário

AESDA_headerExmos. Srs.

A A.E.S.D.A. tem o prazer de convidar V.exas para assistirem à
palestra sobre o exemplar fóssil Panthera pardus (L. 1758) do algar da
Manga Larga, que será depositado no museu geológico – INETI e
disponível ao público.

A mesma irá decorrer amanhã, pelas 17horas nas instalações do Museu
Geológico. (21/05/2009)

Museu Geológico
Rua Academia das Ciências, Nº 19 – 2º. 1200-003 Lisboa
Tel: 21 346 39 15 • Fax: 21 342 46 09
email: museugeol@ineti.pt
Mapa de Localização » http://e-geo.ineti.pt/MuseuGeologico/museu/mapa.htm

Algar da Manga Larga 2002 - Foto P.Robalo

Algar da Manga Larga 2002 - Foto P.Robalo

Titulo
O Leopardo, Panthera pardus (L. 1758), do Algar da Manga Larga
(Planalto de Santo António, Porto de Mós).

Autores: Frederico Tátá Regala* & João Luís Cardoso**

* Associação de Estudos Subterrâneos e Defesa do Ambiente – Torres Vedras
** Prof. Associado com Agregação da Universidade Aberta (Lisboa)

Resumo:

No presente trabalho estuda-se os restos de um exemplar de Leopardo,
Panthera pardus identificados no decurso de um reconhecimento
espeleológico efectuado no Algar da Manga Larga, Planalto de Santo
António, Porto de Mós, sobre a égide da A.E.S.D.A..

A partir do estudo biométrico das peças recuperadas estabelecem-se
diversas comparações com homólogos do Plistocénico europeu, o que
permitiu evidenciar, no exemplar português, algumas características
particulares, especialmente da região craniana.

A terminar discute-se as causas que determinaram a presença destes
restos numa região tão profunda da cavidade, onde ocupavam área
restrita.

A comunicação será apresentada por ambos os designatários em PowerPoint.

Aguardando a Vossa presença,
atentamente,

Rui F. Luís
AESDA
Associação de Estudos Subterrâneos e Defesa do Ambiente
www.aesda.pt
Fonte: espeleo_pt

Pílula de gruta

•16 / 05 / 2009 • 1 Comentário

Foi lançado no mercado a solução dos fanáticos das grutas que sofrem dos sintomas da síndrome de abstinência de grutas. Estão portanto criadas as condições para os espeleólogos começarem a puder conviver saudavelmente e sem stress, mesmo sem estarem em gruta.
Já tomou a sua dose hoje?

Pílula de Gruta

O Post esquecido – Actividade multiassociadas em São Bento

•10 / 05 / 2009 • Deixe um comentário
Algar Alecrineiros Norte

Algar Alecrineiros Norte

Apesar de anterior à criação oficial do Grupo de São Bento, foi esta a primeira actividade já imbuída do espírito deste grupo.  Esta actividade nasceu durante as Jornadas Científicas de Maio de 2008 e foi levada a cabo durante os dias 17 e 18 de Junho de 2008. Durante esta actividade realizaram-se uma série de trabalhos espeleológicos que resumimos de seguida:

- Conclusão da exploração do algar encontrado nas comemorações do 30º aniversário da AES e topografia da cavidade.

- Início dos trabalhos de desobstrução no Alecrineiros Norte.

- Remoção do bloco situado por cima do poço final do Chou Jorge. Este bloco, em equilíbrio precário, ameaçava há largos anos os espeleólogos mais incautos que se atrevessem a descer este poço.

- Topografia do poço terminal do Chou Jorge.

Os dois dias de actividade foram entremeados com um grande jantar e recheados  por um espírito de companheirismo que se estendeu ao longo de todo o fim de semana.  Este fim de semana foi uma prova do que se pode conseguir quando companheiros de uma mão cheia de diferentes associações trabalham em conjunto.

A actividade contou com os seguintes participantes: Paulo Rodrigues (NALGA/AES), Álvaro Jalles (AES), João Moutinho (Alto Relevo), Luís Meira (ECTV/AESDA), Margarida Jalles (AES), Beatriz Silva (Alto Relevo), Paulo Almeida (NALGA/AES), Mário Matos (AES), Ana Marta Calambra (AES), Raquel (Alto Relevo),  Capoa (ECTV), José Silva (Alto Relevo).

Espero ter-me lembrado de todos.

Ficam algumas fotos das cavidades visitadas.

Algar Chou Jorge - de notar, ao fundo, a camada de argila verde.

Algar Chou Jorge - de notar, ao fundo, a camada de argila verde.

Poço de acesso ao lago

Chou Jorge - Poço de acesso ao lago

O lago. Aqui estava seco, na altura da visita estava com bastante água.

O lago. Aqui estava seco, na altura da visita estava com bastante água.

O famoso corrimão. Como o lado estava cheio de água tivemos de o usar, porém este foi reforçado por um corrimão em corda e evitou-se durante a equipagem, o mais possível, utilizar o antigo corrimão.

O famoso corrimão. Como o lago estava cheio de água tivemos de usar o corrimão, porém este foi reforçado por um corrimão em corda e evitou-se durante a equipagem, o mais possível, utilizar o antigo corrimão.

Outro aspecto do corrimão. agora um pouco mais arrepiante

Outro aspecto do corrimão. agora um pouco mais arrepiante.

O bloco instável, à boca do poço terminal (antes de ser removido).

O bloco instável, à boca do poço terminal (antes de ser removido).

E fica mais um bocadinho da gruta

E fica mais um bocadinho da gruta.

Monitorização de inverno 2009 – Gruta do Urso e outras

•5 / 05 / 2009 • 2 Comentários
Os belos dos morcegos-Miniopterus schreibersii (Morcego-de-peluche)

Os belos dos morcegos-Miniopterus schreibersii (Morcego-de-peluche)

Pois foi, chegados ao final do mês de Janeiro, meados de Fevereiro, torna a cumprir o Plano Nacional de Monitorização de Morcegos Cavernícolas. Sendo assim lá fomos à procura destes seres alados.

O programa de monitorização de morcegos é realizado com a indispensável ajuda de associações de espeleologia de todo o país, em colaboração com o ICNB- Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade, estando a organização a cabo do Grupo Temático dos Quirópteros da Comissão Científica da FPE, como sucede desde o ano transacto.

Depósitos de areia no interior da gruta.

Depósitos de areia no interior da gruta.

Desta feita, divulgamos aqui, algumas das monitorizações realizadas este ano.

Ainda em Janeiro, mais exactamente a 24 de Janeiro no Algar dos Picos por:

Pedro Alves (GPS). Rita Lemos (GPS). ) Sílvia Durão (NEALC), Paulo Rodrigues (NALGA/AES)

a 25 do mesmo mês nos Algares da Lajoeira e Laçarote: com a Equipa:

Pedro Alves (GPS). Rita Lemos (GPS) Paulo Rodrigues (NALGA/AES), contámos também com a ajuda de Júlia Silva (AES) e Edmundo Vences (AES).

De notar a estratificação no depósito e os níveis de calhaus

De notar a estratificação no depósito e os níveis de calhaus

Com o tardar já não tivemos tempo de nesse dia (25) ir à Gruta do Urso, ficando a visita para outra  altura. Foi assim que no dia 15 de Fevereiro voltámos à carga. A equipa foi nesse dia constituída por:

Pedro Alves (GPS), Rita Lemos (GPS) , Sérgio Medeiros (GPS), Álvaro Jalles (AES), Margarida Jalles (AES) e Paulo Rodrigues (NALGA/AES).

A monitorização correu de modo muito satisfatório e acabou com um belo de um petisco em Casal de Vale Ventos.

Deixamos aqui algumas fotos da cavidade, cortesia da Rita Lemos, que agraciou a visita com a sua bela presença. Uma palavra de apreço ao GPS (e em especial ao Pedro Alves) que a par da AES e de outra tantas associações contribui para o sucesso desta campanha de monitorização.

Ossadas (Serão de um urso?)

Ossadas (Serão de um urso?)

Outra ossada, também já coberta com carbonato de cálcio

Outra ossada, também já coberta com carbonato de cálcio

E para acabar mais outro morcego-Rhinolophus ferrumequinum (Morcego-de-ferradura-grande)

E para acabar mais outro morcego-Rhinolophus ferrumequinum (Morcego-de-ferradura-grande)

Regresso a S.Bento – Alecrineiros Sul e Pena Traseira II – O GESB faz novas descobertas

•28 / 04 / 2009 • Deixe um comentário

Já tardava o regresso a São Bento, o corpo ainda recordado da “tareia” de Dezembro último lá protestou, mas conseguiu-se com um esforço, quase de última hora, arranjar duas equipas para trabalhar em São Bento. Desta feita a actividade foi realizada em dois algares o Alecrineiros Sul e o Pena Traseira II.

Pena Traseira II: Avançou-se na desobstrução, iniciada em Novembro,  o obstáculo inicial foi ultrapassado tendo-se agora acesso a uma passagem “horizontal” onde há que fazer desobstrução para ter acesso a um possível poço. A posição de trabalho nesta nova desobstrução é bastante incómoda.
Equipa: Paulo Campos (Alto Relevo), Diana Campos (Alto Relevo), Gonçalo (Alto Relevo) e André (CEAE).
Podem encontrar, em baixo, algumas imagens dos trabalhos realizados, cortesia do Paulo Campos.
Alecrineiros Sul: Reconhecimento de poços . Foram reconhecidas 3 zonas na gruta. Encontrou-se um buraco com uma forte corrente de ar, a cerca de 30m de profundidade, uma rápida desobstrução permitiu aceder a uma passagem horizontal que dá acesso a um poço, é preciso ainda desobstruir para chegar ao poço, mas a tarefa parede simples, trata-se sobretudo de partir bicos de rocha. Um segundo poço, bastante apertado diga-se, não apresentou grandes possibilidades de continuação.  Um outro poço que termina aos 160m de profundidade tem o fundo coberto por um caos de blocos e talvez se consiga por ai ter acesso a outros poços. O trabalho de desobstrução aí será já mais longo e complexo.
Equipa: Paulo Rodrigues (NALGA/AES), Ricardo (Alto Relevo) e Hélio (?).
Olha que agradável

Olha que agradável

Como aqui ninguém levou máquina fotográfica tivemos que incluir uma  foto de outra visita. para compensar é de um senhor entalanço.
Assim que possível voltaremos a São Bento e às grutas desta bela zona.

IV Simposio Internacional sobre el Karst (Málaga, 2010)

•25 / 04 / 2009 • Deixe um comentário

sika2010El karst es un medio que, tradicionalmente, ha sido objeto de investigación
hidrogeológica, por la abundancia de recursos hídricos que almacena.
En muchos casos, el karst es el resultado de la evolución climática e hidrológica
de áreas carbonatadas durante los últimos períodos de la historia
geológica y, en este sentido, el karst contiene información fundamental para
conocer los cambios ambientales recientes. La acción del agua ha generado
una gran diversidad de rasgos kársticos que forman parte del patrimonio
natural y, en ocasiones, constituyen un objetivo turístico de gran importancia.
A menudo, el karst sirve como tierra de cultivo o como sustrato de otras
actividades antrópicas. Pero el karst es un medio muy frágil y el aprovechamiento
de sus recursos o el uso inadecuado del suelo genera problemas
ambientales (contaminación de aguas, colapsos, inundaciones, cambios en
el medio ambiente subterráneo, etc.)
Los afloramientos kársticos cubren aproximadamente la octava parte de la
superficie terrestre y, desde tiempo inmemorial, son objeto de estudio.
Resultados de dichas investigaciones han sido presentados y discutidos en
numerosos congresos y reuniones científicas, especialmente durante la
segunda mitad del siglo XX. A punto de cumplir una década del siglo XXI
parece un buen momento para reflexionar sobre los logros alcanzados en
los últimos tiempos y plantear algunas de las líneas de investigación a desarrollar
en el futuro próximo. Esto es lo que se pretende con este IV
Simposio Internacional sobre Karst (SIKA-2010) organizado por el Centro de
Hidrogeología de la Universidad de Málaga y el Instituto Geológico y Minero
de España, en el marco de la Unidad Asociada “Estudios Hidrogeológicos
Avanzados” existente entre ambos.

Mais informações: CEHIUMA