Gruta da Contenda – Nova Página

•6 / 02 / 2010 • 1 Comentário


O Núcleo dos amigos das lapas grutas e algares, vem por este meio, apresentar à comunidade espeleológica e a todos os interessados, o novo e actualizado artigo de divulgação sobre a gruta da Contenda. Aproveitamos aqui a oportunidade para agradecer novamente a todo o colectivo de espeleólogos e amigos que têm participado neste e noutros trabalhos, que nos permitem escrever sobre Espeleologia para divulgar e partilhar toda a informação que obtemos das nossas expedições nas profundezas…
O artigo pode ser encontrado neste blog, na página “GRUTA DA CONTENDA (+17m,-73m)” ,ou clicando aqui.

Esperamos que seja do vosso agrado a informação agora disponibilizada.
Saudações espeleológicas.

Nova Descoberta – Algar dos Alecrineiros Sul (-220m)

•28 / 01 / 2010 • Deixe um Comentário

Corte planificado

Após algumas  largas semanas dedicadas a outra lides voltámos aos Alecrineiros Sul, para aquela que foi a saída mais húmida dos últimos tempos, com direito a duche a partir dos 140m, mais coisa menos coisa.

No âmbito dos trabalhos do GESB, fez-se a 16 de Janeiro  mais uma saída ao algar dos alecrineiros-sul. 

O objectivo desta actividade o era alargar uma passagem que havia sido descoberta pelo nosso amigo Orlando Elias(NEALC) quando de uma das suas participações em outros trabalhos neste algar. A equipa foi constituída por:
Orlando Elias(NEALC),   Paulo Rodrigues(AES/NALGA) e Pedro Robalo(AES/NALGA). 

Os resultados foram prometedores, a passagem a alargar era junto da cabeceira do P39(-170) e deu acesso a um novo poço de 20m, ficando o seu fundo a -193m. Este termina num caos de blocos que comunica com o P39 na zona do fraccionamento mas sem possibilidade de continuação. No entanto e depois de observar a topografia,talvez exista uma possibilidade de continuação no caos de blocos da plataforma do inicio do poço, trabalho a rever. 

Foi uma saída de duras condições devido as chuvas que se fizeram sentir na semana anterior, no entanto muito útil para observar vários fenómenos importantes da infiltração da água neste algar.

Os últimos 20m do P50, aqui eram um autêntico chuveiro.

Factos a realçar: Os últimos 20m do P50 são uma autentica cascata que se some na base do poço e volta a aparecer no P40 a seguir ao fraccionamento.
O P11 (poço terminal) estava com 1m de água no fundo e recebe outra cascata que vem da base de umas chaminés paralelas, esta altura de água confere com  a marca nas concreções observada no fundo do poço, quando sem água. 

Apesar de não termos lá ido espreitar, devido ao adiantado da hora, na zona da fractura, de onde por vezes tem corrente de ar, ouvia-se um barulho de água a cair em cascata.

Aproveitou-se para desequipar o P11 e o P39. Neste momento o algar têm 386m de desenvolvimento e -220 de desnível máximo.
 

Duas notas a referir: Esta foi uma saída boa para manter a linha  já que se tiveram de carregar 3 baterias e um berbequim durante uns longos 2×170m e  que os  víveres ficaram fora da gruta, só se deu pela sua falta no local da desobstrução.

Os viveres fizeram muita falta, o berbequim e as baterias… nem por isso, no entanto já começa a ser um clássico das nossas expedições.

Gruta de Alvide – O Finalmente…

•15 / 01 / 2010 • 2 Comentários

Os topográfos da sala dos lanches

Como vai já sendo hábito o NALGA, por alturas do Natal, costuma fazer uma actividade. Desta feita a gruta escolhida é  uma  clássica da região de Lisboa. A gruta de Alvide. Após se terem considerados como terminados, os trabalhos de topografia  nesta cavidade, a redescoberta de mais uma sala, a sala dos lanches ou de jantar, obrigou a mais uma sessão de topografia, de modo a se concluir esta fase dos trabalhos.

Além da topografia foram  desenvolvidos outros trabalhos, entre os quais a desequipagem da gruta, sempre agradável, já que é oportunidade para tirar mais alguns quilos de argila da gruta.

O Natal passou pela casa da gruta

Quando finalmente estiverem concluídos todos os trabalhos poderemos  sempre fazer a saída memorial de Alvide com entrada no 3º nível pela fenda do Brum, saída do 3º nível por outra fractura ainda mais estreita, banho à mangueirada à saída e a tradicional lavagem de equipamento à porta da casa da gruta.

A Equipa de trabalho foi constituída por: Pedro Robalo (AES/NALGA),  Carlos Melo (AES),  Carlos Gomes (SAGA) Paulo Rodrigues (AES/NALGA) e pelo misterioso Membro Secreto

Falta agora o fastidioso processo de passar a limpo toda a topografia da gruta. As divertidas horas que se vão passar.

As fotos são uma cortesia do Carlos Melo e Pedro Robalo.

Festival de imagens do SEA, dia 13 de Janeiro!

•9 / 01 / 2010 • Deixe um Comentário

O SEA tem o prazer de te convidar a assistir ao Festival de Imagens do SEA 2009!

No ano de 2009 o SEA (Sociedade de Equipadores Anónimos) organizou dois encontros de escalada, o Petzl SEA trip 2009 – Meio Mango e o Pianos Rachados 2009 – Casal Pianos. Nesta palestra, o SEA irá apresentar as melhores imagens destes dois lugares miticos que “nasceram” em 2009; um filme, produção tuga, sobre o encontro de escalada de Casal Pianos, e a reportagem da SportTV sobre o Petzl SEA trip – Meio Mango.

A palestra terá lugar no dia 13 de Janeiro, pelas 21h na Casa da Gruta, sede da Desnível.

Para teres uma ideia do que te espera não deixes de espreitar o trailer

Mais informações em:
Desnível
SEA-Sociedade de Equipadores Anónimos

As Crónicas da Contenda – A Trilogia (Episódio I-Julho 2009)

•1 / 01 / 2010 • Deixe um Comentário

Este ano graças à colaboração de um vasto número de espeleólogos e de associações foi possível ultrapassar as melhores expectativas que tínhamos para os trabalhos na gruta da Contenda. Os trabalhos realizados incluíram levantamento topográfico e geológico, escalada, espeleomergulho e ainda desobstruções.

Foi no entanto uma campanha com algumas atribulações e inclusive alguns episódios caricatos.

O corrimão Foto: GEM

A campanha foi longa, de modo que apresentamos aqui as crónicas da Contenda divididas em três partes. Cada uma das partes corresponde ao um dos meses pelo qual se prolongou a campanha (Julho,  Agosto e Setembro). Começamos  pelo mês de Julho.

As primeiras tarefas realizadas foram um reconhecimento do nível da água na gruta  e a continuação da escalada de uma chaminé, situada perto do lago que antecede a zona dos poços.  Os membros da equipa pertencem às seguintes associações/grupos:  AES, Alto Relevo, GEM e NALGA.

Companheiros de topografia: Mendes e Pinheiro Foto: P.M.Robalo

A actividade seguinte foi marcada pelo recomeço dos trabalhos topográficos de fundo, com o inicio da topografia da galeria superior. A galeria que apesar de horizontal, não deixa ter uma
progressão tortuosa, mesmo assim permitiu uma operação topográfica de alguma rapidez, ficou então ainda muito por topografar desta galeria.  Estiveram presentes sócios das seguintes  associações/grupos  AES, NALGA  e NEUA.

O belo do caracol

Ainda em Julho iniciaram-se os trabalhos de reconhecimento, topografia e levantamento geológico da galeria do sifão lateral. A galeria foi topografada até onde o nível da água o permitiu na altura. As associações/grupos presentes foram a AES e NALGA.

Passagem do lago final. A água está sempre fresquinha.

Ainda no mesmo mês a equipa realizou o levantamento topográfico e geológico de um poço cuja boca se abre na base da 1ª poço da gruta.  Apesar da maior parte deste poço se descer com uso de amarrações naturais, no último troço teve-se de cravar um spit, que aliás substitui outro, já existente mas que se encontra inoperacional.  O poço, cujo fundo se encontra coberto por uma espessa (embora muito fluída, aquando da visita) camada de argila,  termina no que parece ser um sumidouro, também ele coberto com argila. As características do poço levam a supor que este fique completamente preenchido por água, quando o nível freático sobe, e que a argila se deposite por decantação à medida que o nível de água desce lentamente. A água provavelmente infiltra-se pelo sumidouro acima referido. A topografia foi feita sob uma autêntica chuva de lama, que vinha dos níveis mais elevados do poço,  como não havia papel milimétrico impermeável tivemos mesmo de usar o quadriculado.

A escalada artificial Foto:GEM

Ainda nessa actividade a já longa e mítica escalada artificial da chaminé levou mais um impulso e ficou perto da sua conclusão. Embora ainda não se tivesse chegado ao topo da chaminé,  atingiu-se uma zona em rampa, muito inclinada, mas onde a progressão parecia ser bastante mais fácil do que até ali. A falta de tempo não permitiu então concluir esta tarefa.

Resalto antes do lago final.

Este fim de semana foi particularmente produtivo, no Domingo ainda se continuou a topografia da galeria principal e iniciou-se o levantamento geológico da mesma galeria. Estiveram presentes sócios das seguintes: associações/grupos:  AES, Alto Relevo, LPN-CEAE e NALGA.

Seguem-se em breve (esperemos) mais episódios desta saga.

 

É uma senhora gruta- Sistema Espeleológico Várzea-Dueça

•29 / 12 / 2009 • Deixe um Comentário

Depois de muitas promessas finalmente cumprimos a palavra e finalmente fomos conhecer o sistema Várzea- Dueça. Tal foi possível devido ao convite do Grupo  Protecção  Sicó (GPS). Foi com muito agrado que participamos numa das actividades desenvolvida neste sistema.

A entrada foi feita pelo Algar do Carvalhal (uma entrada desobstruída) há alguns anos e que permite o acesso a parte do sistema. Tivemos a oportunidade participar numa desobstrução (remoção de sedimento de uma galeria colmatada) e de realizar uma escalada numa zona da gruta onde o tecto apresenta algumas possibilidades de acesso a novas galerias.

De referir ainda a visitada guiada que os nossos anfitriões do GPS fizeram a parte do sistema. Esta gruta de grande beleza e com um rico património, pelo menos geológico, merece sem dúvida estudos mais aprofundados e a continuação dos esforços para a sua protecção.

Estão de parabéns as associações que trabalharam na descoberta, exploração e topografia deste sistema.

Exemplo de progressão na gruta

Cuidado com o crocodilo

As fotos são uma cortesia do Paulo Campos.

Fica o desejo de que ainda haja muito mais por encontrar.

Esperamos lá voltar em breve.

Boas festas com lama

•21 / 12 / 2009 • Deixe um Comentário

Pois é o tempo voa e mal damos por isso já passaram cerca de 3 meses desde o último post neste blog. Porém não se assustem os persistentes que ainda cá vêm à procura de novidades dos nalguedos,  as actividades, devido ao esforço de todos, têm-se sucedido e esperamos nas próximas semanas publicar já alguns post do que temos andado a fazer.

Até lá desejos de Boas Festas para todos e é claro com a bela da lama.

Novo fôlego na Gruta da Pena?

•21 / 10 / 2009 • 3 Comentários

Caros amigos e seguidores
Deixo aqui publicado este interessante post, roubado ao Aquanautas.
Leva-nos a pensar no futuro próximo do espeleomergulho Nacional e até da própria Espeleologia. Resta apenas acrescentar que durante o mês de Março de 2009 uma terceira equipa começou também a trabalhar nesta clássica gruta. E se todos conseguíssemos deixar de lado as “tribos”, “clubismos”, “egos” e partilhássemos a experiência e trabalho? Com toda a certeza que os resultados seriam de certeza muito melhores.

Gruta da Pena (Moinhos Velhos) em cheia

Gruta da Pena (Moinhos Velhos) em cheia

Pedro Lage – Mergulho Técnico

Três anos bastaram para o panorama do mergulho em gruta em Portugal se alterar consideravelmente. Em 2006 não havia mais do que meia dúzia de praticantes activos desta vertente do mergulho técnico. Hoje talvez já se pudesse organizar uma bela partida de futebol!

Não houve propriamente um acréscimo significativo de espeleólogos-mergulhadores, amantes do ambiente subterrâneo na sua generalidade (a seco ou submerso), mas sim um aumento de mergulhadores entusiasmados pelo mergulho em gruta. As diferenças derivam essencialmente da motivação inicial de cada um: a espeleologia ou o mergulho.

Para este aumento contribuíram essencialmente dois factores, por um lado, o crescente numero de mergulhadores técnicos nacionais e por outro uma maior e mais acessível oferta de cursos da especialidade, quer em Portugal quer no estrangeiro. Paralelamente, a procura de novos desafios e locais de mergulho pode ter motivado alguns a decidirem obter a certificação de Mergulho em Gruta. Neste aspecto, e não falando apenas das cavidades existentes no nosso país e na vizinha Espanha, existem locais, como os impressionantes cenotes na península do Yucatan (México), as extensas nascentes da Florida (Estados Unidos da América) ou os magníficos Blue Holes das Bahamas, que são pretexto suficiente para alguns se querem aventurar neste tipo de mergulho.

DSC_0229a Não será de espantar então que as grutas submersas mais acessíveis do nosso território estejam a receber visitantes como nunca tinham recebido anteriormente. Hoje já existem grandes probabilidades de se dar de caras com outras equipas a mergulhar na mesma gruta, coisa impensável há pouco mais de seis anos. Não tão inédito é o surgimento de alguma rivalidade entre elas, mais ou menos exacerbada consoante os egos e posturas de cada um.

A Gruta da Pena, pela sua acessibilidade e condições de mergulho tem sido um local particularmente procurado pela maioria dos recém-formados. Apesar de não terem ocorrido grandes chuvadas neste início de ano, já foi possível efectuar alguns mergulhos, e calcula-se que no espaço de um mês (fundamentalmente aos fins-de-semana), tenham por lá passado cerca de 20 mergulhadores, quer em acções de formação quer já em completa autonomia.

É importante referir, no entanto, que o acesso à gruta se encontra limitado a espeleólogos ou a mergulhadores comprovadamente certificados e que de forma alguma se poderá obter permissão de entrada sem um destes requisitos. Convém lembrar também, que no dia em que ocorrer qualquer tipo de acidente com algum mergulhador, isso implicará muito provavelmente a interdição daquela e de outras grutas nacionais, o que seria mau para todos. Estatisticamente falando, um aspecto negativo do aumento de mergulhadores de grutas em Portugal, é o aumento das probabilidades de um acidente fatal poder um dia vir a acontecer.

Um aspecto positivo desta evolução é o aumento de massa critica disponível para se organizarem mergulhos mais complexos, com a participação de equipas mais numerosas e experientes. Um bom exemplo do que se poderia planear num futuro próximo seria a continuação da “exploração subaquática” da Gruta da Pena, que ficou interrompida por falta de meios humanos e materiais em 2003. Na altura, as duas equipas independentes que avançavam na “exploração”, Pedro Lage e Maria João Lage (circuito aberto) e Piotr Gajec e Filipe Worsdell (circuito fechado), foram ambas interrompidas pelas dificuldades do “terreno” e pelas dificuldades logísticas com que estas equipas, de apenas duas pessoas, se deparavam.

Gruta da Pena 09-01-31 038a Hoje, já existem melhores condições técnicas para igualar esses mergulhos com menos problemas logísticos, mesmo mantendo equipas reduzidas. As “scooters” subaquáticas estão mais acessíveis e potentes, as “stages” de alumínio estão agora facilmente disponíveis no mercado e os Rebreathers são cada vez mais fiáveis. No entanto, se aliarmos a evolução técnica à disponibilidade de meios humanos para constituir equipas mais numerosas, poderemos conseguir resultados que antes seriam quase impensáveis. Além da Pena, a exploração de grutas como a do Alviela ou o Almonda, teriam muito a beneficiar com a união de todos os mergulhadores subterrâneos nacionais. O único problema seria evitar que em vez de uma partida de futebol tudo acabasse num atribulado jogo de rubgy! Mas isso seria apenas um pormenor!

No caso da Pena em particular, poderá estar para breve um novo desenvolvimento da sua “exploração subaquática”, existindo pelo menos duas equipas com intenções de prosseguir para além do “terminus” de 2003. As estratégias de ambas irão ser bem distintas, desde logo pelo tipo de equipamento usado, uns com circuito aberto e “scooters” e outros apenas com o circuito fechado, mas também pelos diferentes gases e planeamento logístico da imersão. As duas estratégias mostram grandes probabilidades de serem bem sucedidas, dependendo apenas de se conseguir ultrapassar a “restrição” (zona muito estreita) final. Se isso for conseguido poderá até se pensar em atingir o final da parte conhecida e topografada da gruta, iniciando então a verdadeira exploração por locais ainda desconhecidos. Claro que tudo isto só será possível quando o nível freático da zona voltar a subir, o que poderá só acontecer daqui a mais um ano.

Até lá todos teremos que procurar outras grutas para mergulhar e desfrutar, de preferência num ambiente de harmonia e compreensão.

in revista Planeta D’Água Março/Abril09
Fotos: Cortesia de Rui Pinheiro

2º ENCONTRO DOS ENTALADOS

•9 / 10 / 2009 • Deixe um Comentário

Entalados2
Mais informação:Rocha podre e pedra dura

The Call of the Abyss: The second branch in Krubera Cave has pushed to -1554 m

•4 / 10 / 2009 • Deixe um Comentário

Plan view

Plan view

The Ukr.S.A. expedition in August-September 2009 has pushed the second branch in Krubera Cave to -1554 m

In the period of August 7 – September 3, 2009, the Ukrainian Speleological Association have conducted the next regular expedition of the project to continue exploration of Krubera (Voronja) Cave and other caves of the Ortobalagan Valley in the Arabika Massif (Western Caucasus).

In this expedition, led by Yury Kasjan, 52 cavers participated from Ukraine, Russia, Moldova and Israel. A separate team of 20 cavers from Lithuania, Hungary, Spain, Ireland and UK, led by Ajdas Gudajtis (Lithuania), have also worked in Krubera under close coordination with the Ukr.S.A. expedition.

The major effort of the Ukr.S.A. expedition was focused on the Nekujbyshevskaya Branch, a distinct branch diverging from the main one at -250 m and stretching to the north-west, in the direction opposite to the overall trend of the Main Branch. Starting from the depth of about -750 m, the Nekujbyshevskaya Branch turns to south-east and stretches toward the deep section of the Main Branch.

Profile

Profile

The branch had been explored by the previous Ukr.S.A. expedition in 2008 to a siphon at -1384 ì. Now this siphon has been tested but turned to be narrow and choked by debris. Nevertheless, a bypass for this siphon has been found, which led to a new part explored and surveyed during the expedition for depth of 170 m and length of 1251 m.
Depth of the Nekujbyshevskaya Branch has reached 1557 m, and total length of the Krubera Cave became 15486 m. Depth of the Krubera Cave, the deepest cave in the World, remains at -2191 m, as established by a 46 m deep dive in the terminal siphon in the Main Branch performed during the 2007 Ukr.S.A. expedition.

An updated 3-D outline model of Krubera Cave can be viewed and played with at:http://www.network.speleogenesis.info/directory/exploration/krubera.php

Yury Kasjan, Kyrylo Markovskoy, Gennady Samokhin and Alexander Klimchouk, the CA Project co-ordinators

Fonte: Speleogenesis.info